Manga

Jogo do Cadáver Esquisito

E que tal fazer um desenho coletivo, sem saber o que já foi feito anteriormente? Esquisito? Aqui cada jogador faz uma parte do desenho, sem saber o que os outros intervenientes já desenharam, aproveitando apenas os traços de ligação – pistas – deixados sobre as dobras do papel. Ao desdobrar, verifica-se a relação inesperada (e por vezes esquisita) entre os desenhos.

Desenvolvido por Professor Doutor Carlos Neto

Benefícios

  • Perceção sensorial e artística
  • Imaginação e criatividade
  • Comunicação
  • Resolução de problemas
  • Expressão plástica
  • Coordenação motora (fina e grosseira)
  • Trabalho cooperativo

Descrição

Jogadores: podem participar várias crianças a partir dos 4/5 anos e seus familiares.

Material: todos os materiais usados em artes visuais (papel ou cartolina, lápis de cor, tintas, pinceis, etc.).

Local: esta brincadeira realiza-se, em princípio, em espaços interiores como numa sala ou quarto.

Como se joga: o primeiro jogador começa a desenhar de forma espontânea, ocupando parte de uma folha A4. Quando termina, dobra o seu desenho deixando apenas uma parte do desenho visível na dobra. O jogador seguinte continua o desenho a partir dessas pistas, sem conhecer a totalidade do que foi desenhado. Volta a dobrar e assim sucessivamente. No final desenrola-se o desenho, que ao juntarem-se as partes, resulta numa obra realizada de forma coletiva.

Nota: podem existir muitas variantes neste jogo, como por exemplo, substituir o desenho por um texto, em que cada jogador escreve uma frase, deixando à mostra apenas as últimas palavras escritas para o próximo jogador continuar a partir daí.